Leve seu cérebro à academia

Esse título parece livro de autoajuda, eu sei (e nada contra esse gênero literário, tá?). Entretanto, ele cabe perfeitamente no raciocínio que quero desenvolver e convidar o leitor e a leitora desse blog para me acompanhar e opinar na área de comentários.


Quando você pensa em academia você pode pensar em duas coisas: 1) se você não for uma pessoa dada a exercícios físicos, provavelmente você torce o nariz para esse ambiente; 2) se você gosta de exercícios e entende que a academia representa um lugar propício para um rotina de exercícios, provavelmente você gosta da ideia.


Em suma, a academia, em si, não é nada além de um ambiente. Você e sua cabeça - disciplina, determinação, foco etc. - é que fazem dela uma aliada, entendendo que é ali que você desenvolverá seu processo.


Voltando ao título do artigo, o cérebro que é levado à academia, metaforicamente falando, é o cérebro que alia-se à rotina de estudo, que habitua-se a estudar e arriscar os novos aprendizados. Assim é com o inglês! Aprendeu uma expressão nova? Arrisque-se a usá-la! Force uma oportunidade para empregar aquela estrutura, tempo verbal ou vocabulário novos!


O que acha disso? Você leva o seu cérebro à academia? Com que frequência? Comente aqui embaixo e vamos debater!

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