O mito do "inglês intermediário"

Antes de começar a falar do assunto principal desse texto, eu quero deixar bem claro que atingir um nível de inglês intermediário é, sim, um grande passo na trajetória da fluência. Em nenhum momento ou de nenhuma maneira eu quero, no presente artigo, dominui a importância desta conquista - pelo contrário: eu quero enaltecê-la e dizer a todos e todas que estejam lendo que o inglês intermediário é ótimo, mas você sempre pode mais!


Já tratamos diversas vezes por vídeo em nossas mídias sociais ou mesmo por aqui sobre a fluência. A fluência, resumidamente, é um contínuo, um processo, a jornada em si. Não dá para considerar, necessariamente, que um aluno avançado é fluente. O aluno que conquista um nível avançado pode ser fluente enquanto estiver em contato com a língua, praticando, explorando, estudando. Em cessando a prática e o contato, cessa, também, a fluência.


Dito tudo isso, o objetivo principal desse artigo é discutir o estágio intermediário de inglês. Eu sei que você - ou alguém próximo a você - já colocou no currículo "inglês intermediário". Acertei? Pois é. E, afinal, o que significa ser um aluno intermediário de uma língua?


Eu sei que você - ou alguém próximo a você - já colocou no currículo "inglês intermediário".

De acordo com as definições mais utilizadas para os testes de proficiência, um aluno intermediário é capaz de entender a língua e se expressar de maneira simples, em geral com informações curtas e controladas. Ou seja, no inglês intermediário há comunicação! E isso é excelente! Porém, o que infelizmente acontece é um certo comodismo por parte do(a) aluno(a) intermediário: percebendo que consegue se comunicar e entender a língua inglesa em situações cotidianas (ida ao supermercado, pedir direções na rua etc.), o/a estudante se sente satisfeito, como se estivesse apto a toda e qualquer situação, mas não é bem assim...


O grande desafio para esse(a) estudante - e também para o professor de inglês - é "provocar" esse(a) aluno(a). Mexer em sua zona de conforto mesmo! O inglês intermediário não será o bastante para tratar de assuntos que exijam mais espontaneidade e criatividade por parte do falante. O fator "imprevisível" faz parte da vida e, portanto, do uso da língua. E se você tiver que lidar com sotaques diferentes, falando em ritmos e tons de voz diferentes numa mesma conversa? E se você tiver que lidar com uma apresentação oral, formal, num ambiente de trabalho, por exemplo?


Essas são as situações que devem aparecer nos seus estudos de aqui por diante. Você precisa se sentir, por vezes, confuso, "bugado" e perdido, como você se sentia lá no inicinho da sua trajetória, lembra? A diferença é que dessa vez você já tem ferramentas o bastante para buscar caminhos e dar esse salto, de um inglês intermediário com um vocabulário mais controlado para um inglês avançado com um vocabulário mais cheio de possibilidade.


Preparado(a)? Fale com a Lumos que a gente te ajuda! ;)



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